Profissionais e suas Áreas de Atuação: Conheça STRICT WEB STANDARDS.

17/02/2009

Por Gilberto Caldeira – (gilberto.acaldeira@sp.senac.br)

Continuando com a série, hoje o BlogalizeJá apresenta, com uma boa dose de orgulho, o site do Técnico em Informática Carlos Roberto de 22 anos. Em busca de desenvolver toda sua capacidade na web, esse profissional dedicou-se nos estudos e com sua visível determinação e visão empreendedora, investiu na carreira e hoje trabalha com criação de websites e administra o blog http://www.crgdesign.com.br/blog/

Como nosso objetivo e informar e trazer conteúdo necessário para seu aprendizado, este blog inseriu um RSS do blog do Carlos com seus últimos posts. Vale a pena você conferir! Clica lá…

http://www.crgdesign.com.br/blog/


Provedor: Como saber se é bom?

02/02/2009

Por Gilberto Caldeira (gilberto.acaldeira@sp.senac.br)

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Olá querido(a) leitor(a)

Toda pessoa que quer inaugurar um website precisa registrar um domínio e logo após, contratar um serviço de hospedagem de sites, sendo este último, uma tarefa que exige paciência, atenção e muita pesquisa.

Atualmente, é exatamente tudo isso que estou fazendo. Procuro lá, procuro cá, procuro, procuro e procuro, até que encontro algo interessante: Um desabafo! Antes de saber o desabafo, recomendo que você leia abaixo algumas dicas importantes antes de contratar um serviço de hospedagem. São elas:

Provedor – como saber se é bom?

1º – O Ping – avalie o tempo de resposta. Quanto maior, pior o desempenho.

2º – O comando tracert – tracert www.seusite.com.br — Neste vai ser contruida a rota da máquina de origem até o destino. Quanto maior o número de intermediário pior o desempenho.

3º – Descobrir se está localizado no Brasil: Através do comando ping pegue o IP do host. Entre neste site (http://www.whois.sc/) e digite o IP. No resultado aparecerá algumas informações do endereço uma delas é o IP Location. Veja também o Reverse IP. Se o número for muito alto não é boa coisa.

4º – Avalie também as informações pelo Netcraft (principalmente o Uptime) – http://toolbar.netcraft.com/site_report?url=www.seusite.com.br

5º – E faça um monitoramento – http://www.scan.com.br/  – UpTime abaixo 99,50% não é aceitavel. Este site detalha algumas informações importantes para você.


Caso queira contratar:

1º – Avalie o atendimento. Faça perguntas ao suporte e avalie o conteúdo e o tempo de resposta. E veja os meios que o host dispõe para manter contato com o cliente. (Suporte ao-vivo; Telefone; Email; Fax, etc)

2º – Peça referências de clientes, entre em contato com estes e veja o que acham dos serviços.

3º – Vai no Google, digite o endereço/nome do host e veja se encontra alguma coisa negativa a respeito.

4º – Veja os serviços que dispõe, se este atenderá as suas necessidades. Se for preciso peça uma demonstração do mesmo.

5º – Avaliem o tempo que a empresa está no ar. Empresas abrem e fecham constantemente, é importante notar isso.

6º – Leia atentamente o contrato.”

Agora sim! Saiba mais sobre o importante desabafo feito por um cliente atento aos seus direitos. Clique aqui!

As dicas acima pertencem ao site Idiotaz e foi encontrado neste link.


O que é Tableless?

18/12/2008

Artigo publicado no site (http://www.tableless.com.br)

Link direto: http://www.tableless.com.br/o_que_e_tableless

“A Web foi criada para ser um ambiente onde fosse possível trocar informações livremente, e que essas informações pudessem ser acessadas ao redor do planeta por qualquer pessoa. Em 1994, foi criado o W3C (World Wide Web Consortium): um consórcio internacional, onde são desenvolvidas os padrões para a web (Web Standards) tais como: HTML, CSS, XML, XSLT, entre outros.

Naquela época, no mercado de browsers, as opções ainda eram poucas: consistiam apenas em Lynx, Mozaic e Netscape Navigator, da Netscape Communications, então liderada por James Clark. A Microsoft, de Bill Gates, resolveu entrar nesse mercado lançando o Internet Explorer. A partir daí, o Netscape e o Internet Explorer começaram a travar uma guerra atrás de adpetos. A concorrência entre os dois browsers é chamada até hoje de Guerra dos Browsers. Durante essa “guerra”, os padrões do W3C ainda eram meros rascunhos. Por conta disso, as duas empresas que não podiam esperar que esses rascunhos ficassem prontos começaram a lançar seus browsers com padrões proprietários.

Agora o impasse: Os browsers tinham seus próprios padrões… Já os desenvolvedores não conseguiam criar um único código que funcionasse nos dois navegadores. Por este motivo, eles eram obrigados a desenvolver, na maioria das vezes, para apenas um browser.
Isso trouxe mais um problema, agora para os usuários. O usuário que usava Netscape, não conseguia acessar sites que eram feitos para Internet Explorer, e vice-versa.

Como a web não tinha sido projetada para desenvolver os criativos ambientes gráficos que temos atualmente, naturalmente, os recursos de desenvolvimento eram limitados e os criadores faziam das tripas coração para criar seus sites. Entre as muitas idéias que surgiram para ultrapassar ao ambiente de “apenas texto” da internet, estava aquela de utilizar tabelas de HTML para posicionar os elementos no layout, utilizando slices de imagem, gifs transparentes e a técnica de aninhamento de tabelas para contornar os problemas que os padrões proprietários traziam. A esse tipo de técnica, que foi usadapela maior parte dos websites, chamamos de layout com tabelas.

Os sites que seguem os Padrões Web utilizam uma metodologia de desenvolvimento baseado em 3 camadas, são elas:

  1. Informação – A informação do site é exibida utilizando código XHTML ou HTML.
  2. Formatação – O XHTML que exibe a informação é formatada com CSS (Folhas de Estilo). É com CSS que comandamos todo o visual do site. Tudo que é visual e decorativo deve ser feito por CSS.
  3. Comportamento – Definida por Javascript e AJAX. É a camada que define como os elementos irão se comportar de acordo com as ações do usuário.

Em poucas palavras: um site tableless é um site que não utiliza tables para a estruturação do Layout. É um site que segue os Padrões Web.
O termo “tableless” é usado mais largamente aqui no Brasil. Em outros países outros foram mais difundidos, por exemplo: CSS Layouts.

Um site tabeless segue obrigatoriamente regras de semântica. Cada tag tem sua função própria. Por exemplo, para criar um parágrafo de texto, usamos a tag <p></p>. A tag Table e suas filhas são utilizados para exibir dados tabulados, por exemplo, uma listagem de produtos, onde são mostrados algumas informações sobre o produto como tamanho, preço, cor, material, disponibilidade, etc…

Tênis Cor Tamanho Preço Disponibilidade
Nike Preto 38-39 R$ 100,00 Em Estoque
Adidas Branco 40-41 R$ 120,00 Esgotado

Formatar informações dos sites não é algo novo. Por volta de 1970, no começo da tragetória do SGML, vários browsers já personalizavam as aparências dos documentos, cada um com seu estilo próprio.

Håkon Wium Lie, estudava e percebia as dificuldades que se tinham ao desenvolver um site, e resolveu criar uma maneira fácil para formatar a informação do HTML. Foi aí que ele propôs a criação do CSS ou Cascading Style Sheets. Esse era o ano de 1994.

Em 1995 eles apresentaram sua proposta e finalmente, o W3C – World Wide Web Consortium – que estava acabando de nascer, se interessou pelo projeto e resolveu criar uma equipe, obviamente liderada por Håkon e Bert Bos. O resultado apareceu logo, em 1996, eles lançaram a recomendação oficial pelo W3C do CSS Level 1 (CSS 1).

Dois anos depois, no dia 12 de Maio de 1998, eles lançaram a recomendação do CSS de nível 2. A segunda versão das Folhas de Estilo para web.

Hoje em dia, o nível de compatibilidade entre os browsers é muito parecido, de forma que se você implementar algo específico em um browser, é muito provável que em outro browser esteja igual.

Portanto, o desenvolvedor pode ficar tranqüilo quanto a maioria dos problemas causados por diferenças entre browsers.”